
Diretamente do bairro da Marambaia, em Belém, a banda paraense Zaguat vem conquistando espaço com sua proposta ousada de misturar referências da música brasileira com elementos do jazz, funk norte-americano, merengue dominicano, ritmos africanos e até sonoridades asiáticas. O resultado dessa fusão é o conceito que o grupo batizou de “alternativismo latino-americano”, um universo sonoro que traduz tanto o cotidiano paraense quanto reflexões e narrativas que dialogam com o mundo.
Com apenas um ano de estrada, a Zaguat já acumula conquistas importantes. O trio lançou em março de 2025 seu primeiro EP, “Zaguat”, e, em maio do mesmo ano, apresentou o álbum de estreia “Tudo o que não consegui guardar”, composto por oito faixas que exploram a pluralidade de estilos e influências que marcam a identidade da banda. Em apenas três meses, o trabalho alcançou a marca de 14 mil plays nas plataformas digitais, sinalizando a boa receptividade do público.
Formada por músicos experientes da cena local, a Zaguat é composta por Rayssa Tiger (guitarra), Jonathan Santos (bateria) e Gabriel Pinheiro (contrabaixo e voz). No palco, o grupo entrega uma experiência que vai além da música: uma viagem que passeia pelo experimentalismo sem perder a essência popular, com canções e instrumentais que transitam entre o regional e o universal.
Agora, em fase de expansão, a banda tem como objetivo levar sua música para novos espaços e públicos, ampliando a experiência de seus shows para além das fronteiras do Pará. “Queremos que o alternativismo latino-americano chegue a todos os lugares possíveis”, afirmam os integrantes, reforçando a proposta de criar uma identidade única dentro da música contemporânea.
Com um pé fincado na Marambaia e outro no mundo, a Zaguat se posiciona como uma das apostas mais promissoras da cena musical paraense atual, unindo inovação, diversidade e raízes culturais em um só projeto.
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